O Natal é muito bonito. Isto é verdade! Mas se há coisa que deixa o Natal ainda mais bonito é a fúria do consumismo. O bater nas outras pessoas para chegar aquele presente específico, que eventualmente há de ser deitado fora, o calor claustrofóbico dos centros comerciais.
E mais importantes, a Popota e a Leopodina. Grandes ícones do Natal português, principalmente a Leopoldina que nos acompanha há já muitos anos (a Popota é uma rookie!), que na verdade nunca me fascinaram por aí além. Fiquei sempre muito desiludido porque "o mundo encantado dos brinquedos" que a Leopoldina era na verdade o Continente, o supermercado, e isso não é nada de especial.
Mas tudo isto mudou este ano! E porquê? Vejamos as imagens:

Popota, a hipopótama, fofinha, desajeitada, amorosa.

Leopoldina, a pássara, claramente da família do Poupas amarelo, também muito desengonçada, simpática. Isto era no passado. Agora é assim:

A anteriormente desajeitada e gorda Popota transformou-se na sexy Popota, baloiçando no baloiço da sensualidade! E Leopoldina?

Uma aventureira com umas pelas curvas, de fazer inveja a uma Lara Croft, e que este ano recebeu mãos! Com dedos! Isto sim, é atrair as pequenada. Assim sim, já gosto! É que elas estão boas!
Mas não vale a pena. Estas meninas, por muito boas que fiquem, por muito amigas que sejam do Tony Carreira, por muito irmãs que sejam do Poupas Amarelo, nunca chegarão as barbas (e olhem que elas são grandes!) do nosso querido amigo Pai Natal. Um grande bem haja ao senhor de vermelho (ou de verde, ou de castanho, ou nu) que nos lê
as cartas ou de quem lhe faz as vezes (Meninos Jesuses e afins).
Feliz Natal coberto de coisas muito boas!
PS. O éle deste computador está maradex portanto, se faltarem os ditos cujos não flipem, sim? Agora vou curtir a véspera de Natal. Curtam-na vós também=)